Você está aqui: Página Inicial > Releases > União inicia processo de venda de 48 mil imóveis em São Paulo

Notícias

União inicia processo de venda de 48 mil imóveis em São Paulo

Imóveis para os municípios de Barueri e Santana do Parnaíba
publicado:  09/08/2018 15h04, última modificação:  09/08/2018 16h26

 A Secretaria do Patrimônio da União do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (SPU/MP) inicia nesta quinta-feira (9) o processo de venda de domínio pleno de 48 mil imóveis nos municípios de Barueri e Santana do Parnaíba, em São Paulo.

Os primeiros imóveis que receberão as notificações são 26 localizados na região industrial de Barueri. Eles têm área entre 3 mil e 100 mil metros quadrados e no local estão instalados galpões e concessionárias de veículos. Quem receber a notificação, deverá acessar o site da SPU, patrimôniodetodos.gov.br,  clicar no banner “Requerimento Diversos” e manifestar o interesse na remição.

As avaliações desses terrenos já foram feitas e os valores variam entre R$ 8 milhões e R$ 130 milhões. Assim, os ocupantes desses imóveis, que desejem adquirir a propriedade plena, terão que pagar o correspondente a 17% dos valores dos lotes que hoje ocupam.  Quem pagar à vista, terá um desconto de 25% sobre o valor devido, de acordo com a Lei nº 13.465 de 2017. A estimativa é de arrecadar R$ 169 milhões com a venda desses 17%.  A autorização para a remição do aforamento desses imóveis foi publicada no Diário Oficial da União(DOU) no último dia 2.

As vendas vão começar pela área industrial de Alphaville onde a União possui cerca de 4 mil imóveis. Mas a intenção da Superintendência do Patrimônio da União em São Paulo (SPU/SP) é fazer a remição em todos os mais de 50 mil imóveis aforados no estado. Estão previstas também remições nos condomínios de Alphaville e Camboré. Nesses locais há indústrias, comércios, condomínios de casas e edifícios, num total de 48 mil imóveis.

Ao adquirir o domínio pleno, com a remição do foro, o ocupante além de ter a propriedade do imóvel, também deixará de pagar a taxa anual de foro que corresponde a 0,6% do valor do imóvel, excluídas as benfeitorias.

Nos contratos de aforamento, os particulares detêm 83% da propriedade do terreno, o chamado domínio útil, e a União possui 17%.